Em nome do pai
Filho de um dos mais consagrados árbitros do futebol brasileiro, Marco Aurélio Reges sonha com a chance de chegar à elite do futebol carioca
Da redação
Atualizado em 26/06/2017 às 01h:25

Fotos: Marcos Melo / Portal: Bola na Rede


RIO DE JANEIRO – A Federação Carioca de Futebol sempre foi pioneira na formação de novos profissionais de arbitragem para o Brasil. Desde a década de 70, a FFERJ foi capaz de revelar árbitros de Copa do Mundo, como Arnaldo César Coelho que apitou a decisão do Mundial em 1982, e Aristeu Leonardo Tavares, que representou o país na Copa do Mundo da Alemanha, em 2006. Sem contar Hilton Moutinho Rodrigues, que foi a uma Olimpíada sozinho e dezenas de outros profissionais que comandaram jogos de expressão nacional nas mais diferentes séries do país.

Revelar árbitros de qualidade dando-lhes reais condições para atuarem em alto nível é um legado perpétuo no futebol carioca. Formado em 2005, o árbitro Marco Aurélio Correia Reges faz parte da renovação do apito no Rio. Filho do saudoso Galdino Reges, que atuou em jogos de expressão entre as décadas de oitenta e noventa, Marco Aurélio após formar-se em educação física, optou por seguir os caminhos do pai.

Conhecido por seu desenvolvimento técnico inteligente no campo de jogo, sua principal característica é a parte física, pilar que o mantém entre os principais árbitros da base carioca. Embora já apite jogos da 2ª divisão no Rio de Janeiro, há anos o comitê local o prepara para chegar ao profissional com qualidade e na próxima temporada, tudo indica que o pai da Helena conseguirá conquistar esse objetivo.



Morador de um bairro no subúrbio do Rio, ele mantém uma rotina pesada de treinamentos físicos e técnicos. Comedido, mas muito querido entre os colegas, aos 33 anos, Correia Reges se for aproveitado como merece, sobretudo por ter passado por todas as categorias sem queimar etapas, certamente em médio prazo poderá fazer parte da galeria dos melhores árbitros que o Rio de Janeiro revelou.

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